Aroldo Ferreira Leão é um dos mais típicos poetas do "reino da quantidade" que segundo Guénon marcaria este tempo. Com 35 anos já publicou 44 livros. Vive em Petrolina, e está terminando mais um trabalho, que inclui uma coroa de sonetos que se somará aos tantos que já publicou. O seu virtuosismo vai das formas fixas ao haicai e o chamado verso livre.
A versatilidade talvez esteja explícita em alguns títulos, como O Silêncio do Nada e O Pum de Algum Anum.

Mário Hélio
Diario de Pernambuco, Coluna Terça-Rima
Recife/PE, 2003