TEMPO
(O Espelho dos Labirintos)

Tempo de pouca poesia,
Tempo de angústias,
De sonhos desfeitos,
De silêncios introspectivos,
De conhecimentos mortos,
De necessidades arrasantes,
De dores variadas,
De caminhos inexistentes,
De necessidades corrompidas,
De ocos no espírito,
De saudades doentias,
De vidas sem amor.

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